Em meio às histórias que nascem do coração do Mato Grosso do Sul, surge um artista que transforma memória, dor e tradição em música. O cantor Marcob é mais do que um músico regional — é um guardião da cultura pantaneira, um homem que encontrou na música o caminho para honrar suas raízes e manter viva a história do homem do campo.
Filho de uma família de músicos, Marcob cresceu cercado de violas, canções e histórias. Desde cedo, cantar fazia parte da sua vida. Ao lado do irmão, formou a dupla Luiz Ricardo e Marco Bruno, levando música para bares e eventos enquanto construía seu caminho artístico.
Mas a vida reservou momentos difíceis. A perda da mãe marcou profundamente o cantor, que ficou anos afastado dos palcos. Sua voz silenciou, sua música desapareceu e os sonhos ficaram guardados.
Foi preciso tempo, fé e incentivo da família para que o artista reencontrasse o seu caminho.
E quando voltou… voltou diferente.
Voltou com propósito.
Lampião Pantaneiro: um espetáculo que leva o público para dentro do Pantanal
Mais do que cantar, Marcob criou uma experiência.
Nasceu assim o projeto Lampião Pantaneiro, um espetáculo imersivo que transporta o público para dentro de um galpão pantaneiro, em uma verdadeira roda de histórias e canções.
O cenário é cuidadosamente montado com elementos que representam a vida no campo:
- Bancos rústicos
- Tapetes de couro
- Plantas nativas
- Lampiões acesos
- Sons de aves do Pantanal
- Uma fogueira ecológica iluminando o ambiente
É como visitar uma fazenda antiga sem sair do lugar.
O público não apenas assiste.
O público vive o Pantanal.
A inspiração pantaneira
Marcob trabalhou durante anos no Pantanal e foi ali que nasceu sua verdadeira identidade artística.
Influenciado por mestres da música regional como Almir Sater, Renato Teixeira , Sérgio Reis, Paulo Simões, Guilherme Rondon e Tangará e Zé viola ele decidiu seguir um caminho diferente do sertanejo comercial.
Nada de músicas passageiras.
Seu repertório fala de:
- Natureza
- Preservação do Pantanal
- História dos peões
- Vida simples
- Tradição
Suas apresentações resgatam valores que muitos já esqueceram.
A herança musical que não podia morrer
Parte fundamental do projeto é a continuidade de uma história familiar.
O pai e o tio de Marcob formaram a dupla Tangará e Zé Viola, que gravou músicas do compositor Manuel Lacerda, , Léo Marques verdadeiras poesias sobre o Pantanal e o homem pantaneiro.
Agora, Marcob prepara a gravação de oito canções Composição: Manoel Lacerda e Léo Marques que falam sobre:
- Preservação ambiental
- Cultura pantaneira
- História do peão
Mais do que um álbum, será um legado.
Uma forma de garantir que essas músicas continuem vivas.
O símbolo do lampião
O nome Lampião Pantaneiro nasceu de uma lembrança de infância.
Quando menino, Marcob passava férias em fazendas onde não havia energia elétrica. À noite, a única luz vinha do lampião.
Era ele que iluminava os caminhos no escuro.
Era ele que trazia segurança.
Hoje, o lampião representa mais do que uma memória.
Representa proteção, fé e esperança.
Representa luz.
Da dor ao renascimento
A história de Marcob é uma história de superação.
Depois de perder a mãe, ele ficou anos sem cantar.
Achava que a música havia terminado.
Mas não terminou.
A voz voltou.
O sonho voltou.
E junto com eles nasceu um artista ainda mais forte.
Uma missão além da música
Marcob não quer apenas fazer shows.
Ele quer preservar a cultura.
Quer contar histórias.
Quer ensinar sobre o Pantanal.
Quer emocionar.
Seu projeto é uma defesa viva da natureza e das raízes do Mato Grosso do Sul.
Marcob: quando a música vira identidade
Marcob não é apenas um cantor.
É um contador de histórias.
Um homem que transforma lembranças em canções.
Um artista que ilumina o passado para guiar o futuro.
E como o lampião que carrega no nome…
Sua música continua iluminando caminhos.
Siga o artista:
👉 @marcobcantor — Instagram oficial de Marcob, onde ele compartilha clipes, projetos, bastidores e novidades do projeto Lampião Pantaneiro.
Sol Santandher/ Cesar Ferreira ✅

