Covid-19: Capital define detalhes de vacinação nesta semana

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Secretário José Mauro quer discutir providências com outras secretarias.

O início da vacinação ocorrerá após a autorização temporária de uso emergencial ou o registro de vacinas concedidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O secretário de Saúde da capital José Mauro, afirmou agora a pouco ao JD1 Notícias que a pasta já estabeleceu um plano preliminar de vacinação. “A gente está definindo isso com base em que tipo de vacina vai ser utilizada, depois disso a estratégia vai ser completa. A discussão gira em torno de três situações com grupos de estudos. Primeiro a aquisição e o tipo de vacina que teremos; segundo, a logística, de como ela será armazenada, e os locais de aplicação; terceiro a vacinação de fato, qualificação de profissionais, e cuidados com os insumos”, segundo José Mauro, até a próxima semana tudo isso deve ser “amarrado”.
 
A imunização da população ainda deve ser discutida com outras secretarias, como explicou José Mauro, pois o plano pode envolver vários fatores.

O secretário de Saúde conta que dependendo da quantidade de doses que receber, outros locais além das 71 unidades de saúde podem receber a população para imunização. “Se a gente receber doses em grande quantidade a gente vai abrir escolas, postos, drives thrus, podemos abrir os parques para vacinar, qualquer lugar que tenha uma condição adequada, se for o caso com doses suficientes pra fazer isso”. 

A vacina aprovada para uso emergencial, tem uma necessidade especifica com público alvo, não terá vacina para todo mundo, é o que está acontecendo no mundo. Os primeiros a serem imunizados serão os profissionais da saúde, pacientes acima de 60 anos, agentes de segurança pública, profissionais da área da educação, quilombolas, indígenas como estabelecido pelo Ministério da Saúde.

Os cuidados e regras continuam mesmo após a aplicação da primeira dose. “A secretaria tem que fazer um cadastro das pessoas, monitorar essas pessoas, e garantir uma segunda dose. Tudo isso a gente está programando, acredito que na próxima semana já tenha tudo definido e acredito que a vacina que a gente vai receber é a vacina do Butantan ou por meio do Ministério da Saúde ou se o Instituto decidir que vai fazer negócio com os municípios diretamente. Mas o Ministério da Saúde deve sim fazer a requisição, que é uma prerrogativa que está estabelecida nos decretos de calamidade pública”, salientou.

A Prefeitura de Campo Grande enviou ao Instituto Butantan a proposta de compra da vacina contra a Covid-19 em dezembro de 2019. O pedido apresenta, inclusive, um calendário de aquisição da vacina, que chegaria na capital em Janeiro.

A proposta enviada estima a aquisição de 121.736 doses da vacina (1ª dose) já em janeiro. Outras 104.345 em fevereiro e 121.736 em março de 2021. “Como o Governo federal negou a aquisição da vacina, o Instituto ofereceu a vacina a outros Estados e municípios, por isso que nós enviamos o pedido de compra. Agora dia 6 o presidente da República Jair Bolsonaro, baixou a Medida Provisória (MP) autorizando os Estados e Municípios a comprarem vacinas com recursos próprios, no entanto, as empresas que produzem essas vacinas ainda não estão vendendo, mas acredito que dentro de duas semanas a gente consiga ter já vacinas para poder imunizar a população de Campo Grande, seja por meio do Ministério da Saúde em uma quantidade menor, ou uma aquisição direta com o Butantan, caso o laboratório queira fazer a venda”, frisou o secretário. 

Ainda conforme apurado, apesar da solicitação da Prefeitura, não há como saber se Campo Grande vai receber as 340 mil doses. “A gente pediu para comprar essa quantidade, se o Butantan vender, vai ser isso, agora se o Ministério da Saúde comprar a produção do Butantan toda, 46 milhões de doses serão distribuídas proporcionalmente para todos os municípios brasileiros, e provavelmente a gente deva receber cerca, 10 a 30 mil doses, em média”

O preço que o Instituto Butantan estabeleceu foi de R$ 58 a dose e a compra para Campo Grande seria em torno de R$ 17 milhões. Para a imunização ir além do público alvo que hoje somam 170 mil pessoas em Campo Grande, conforme informou José Mauro,  depende da quantidade de vacina que o município receber, para imunizar o grupo prioritário e se ainda sobrar, a Saúde pode demorar de 30 a 60 dias para vacinar o restante da população. 

O plano para imunização depende das tratativas do Governo federal com os laboratórios, e do que o Instituto Butantan decidir, mas a expectativa é que logo chegue a vacina que vem como esperança contra o vírus que já fez vítimas no mundo todo. “Estamos fazendo todo o esforço com relação a aquisição de vacinas, de acordo com a medida provisória, a gente levou a questão na Câmara Municipal para compartilhar a decisão junto ao legislativo, é importante essa aproximação é um momento de unir forças”, conclui José Mauro.

Fonte: JD1 Noticias

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