Presidente do CFM afirma, em tom claro: ‘Dizer que o tratamento precoce não tem efeito na fase inicial é mentira’ e defende autonomia dos médicos

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Nada mais e nada menos que o próprio presidente do Conselho Federal de Medicina, órgão máximo da classe profissional, o Dr. Mauro Ribeiro, jogou um belo de um banho de água bem fria nos que insistem que não existem tratamentos precoces contra a praga chinesa (Coronavírus/Covid-19).

Provavelmente em breve ele será silenciado, mas jogou uma verdade bem dolorida que poucas mídias estão com coragem de reproduzir.

Suas falas foram registradas inicialmente na fonte originária, o Jornal da Manhã, da Jovem Pan, nessa quinta-feira.

Ele foi bem claro em dizer na entrevista que não há qualquer embasamento de verdade que não há eficácia no tratamento precoce contra o COVID-19.

– “Infelizmente, certos assuntos foram proibidos. Essa história de que está estabelecido na literatura que o tratamento precoce não tem efeito na fase inicial é mentira”
Ele ainda disse: “Há trabalhos que mostram os benefícios na fase inicial, e outros, não. Essa é a realidade. Temos a relação dos trabalhos”, acrescentou o médico.

Como bem o POLITZ entende, não existe uma verdade absoluta na ciência, tanto “defendida” por grupos políticos, da mesma forma que a democracia só funciona quando o lado deles ganha. Caso a ciência seja contrária aos interesses “deles”, é uma ciência falsa e negacionista pelo visto.

Ele ainda disse que há muitas dúvidas no ar pairando sobre o COVID-19, como por exemplo o lockdown e ainda defendeu a total autonomia dos médicos para tratar seus próprios pacientes: “Quem tem atribuição legal de modo a definir o que pode ou não ser utilizado é o CFM […] Qual foi a nossa postura sobre o tratamento precoce? Deixar o médico definir o que é melhor para o paciente dele”.

“O CFM não incentiva o tratamento precoce ou o condena, tampouco bane”, afirmou. “Falar que a hidroxicloroquina e a ivermectina matam é falácia. Quem quer fazer o tratamento precoce, que faça. Quem não quiser, não faça”, observou.

Na entrevista, ele concluiu da seguinte forma:

– “A única saída que nós temos no momento, a mais plausível, é a vacinação. E o Conselho Federal de Medicina defende veementemente um programa de vacinação em massa no Brasil. E esse programa vai acontecer, porque tem muita coisa a ser enaltecida por parte do governo e por parte do ministro Eduardo Pazuello, que saiu do ministério sob pesadíssimas críticas”, disse. “As críticas são válidas. Nós mesmos criticamos bastante, tanto o ministério quanto o presidente, mas nós não procuramos culpados. Nós procuramos contribuir com os governos dentro das nossas competências legais”, explicou. Segundo Ribeiro, por esse motivo o CFM é taxado de bolsonarista e negacionista. “Simplesmente porque o CFM procura analisar o que acontece no mundo e o que acontece no Brasil. Procuramos encaminhar juntos aos responsáveis e dar sugestões que possam ajudar a população brasileira a vencer esse terrível adversário que nós temos hoje”, justificou. “Nós não temos precedentes na história. A única coisa que aconteceu parecido foi a gripe espanhola, há mais de 100 anos atrás. É a primeira vez na história do Brasil que nos deparamos com um inimigo tão forte quanto a Covid-19”

Fonte: Politz

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