Retomada em K fará as empresas cortejarem mais ricos

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A crise da Covid-19 acentuou ainda mais o abismo social no Brasil: os 40% mais pobres perderam 32% da renda, enquanto a queda para os 10% mais ricos foi de 3%.

A pandemia criou um “conto das duas cidades”, diz o investidor David Rubenstein ao LinkedIn Notícias: “As pessoas no topo estão se dando incrivelmente bem; as demais estão ficando cada vez mais e mais para trás”.

No Brasil, estudos mostram que a crise da Covid-19 acentuou ainda mais o abismo social: os 40% mais pobres perderam 32% da renda com a pandemia, enquanto a queda para os 10% mais ricos foi de 3%, de acordo com um levantamento da PUCRS em parceria com o Observatório das Metrópoles e Observatório da Dívida Social na América Latina.

Como essa bifurcação na forma da letra “K” deve continuar ocorrendo no período pós-pandemia, as empresas serão obrigadas a “seguir o dinheiro” se quiserem crescer – ou mesmo sobreviver. Redes de cinemas, hotéis e até lojas especializadas em vender produtos baratos passaram a mirar os mais ricos. “A demanda por esse tipo de loja é muito relevante hoje, e deve continuar a crescer”, afirma Emily Taylor, diretora de merchandising da norte-americana Dollar General, a respeito da Popshelf, marca direcionada a clientes com maior poder aquisitivo.

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FONTE: LINKEDIN NOTICIAS

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