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SINDIOMAS chega a mais de 400 escolas de idiomas afiliadas e presidente fala dos projetos

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O SINDIOMAS representa atualmente 414 escolas afiliadas sob a presidência da administradora Sirlei dos Reis.  A entidade representa empreendedores da área de ensino de idiomas prestando atendimento profissional e jurídico para a categoria. Somente no Estado de São Paulo existem 23 mil CNPJs registrados na categoria de ensino de idiomas.

A presidente do SINDIOMAS, Sirlei dos Reis destaca na entrevista abaixo as conquistas e metas da entidade.

Quais benefícios o SINDIOMAS oferecerá aos novos afiliados que não são disponibilizados hoje?

O principal e mais importante consta no nosso estatuto:
Ser gerido exclusivamente por empresários do setor de forma voluntária, dessa forma garantimos que não será como os demais, que passam a viver pelo dinheiro arrecadado.

Ainda não estamos fazendo arrecadações, por respeito aos nossos beneficiários, portanto, não oferecemos serviços

Porém, quando as arrecadações começarem a acontecer, buscaremos serviços com foco no setor.
Mais uma vantagem de ser gerido por gestores entendidos das dificuldades e necessidades dessa atividade.

Como a Covid-19 e os lockdowns afetaram as escolas em São Paulo?

Sofreram muito, vimos muitas escolas fecharem, colegas perderem o empreendimento de uma vida, pois não aguentaram segurar a situação financeiramente.  
Os alunos desmotivados com as aulas online abandonaram as aulas, pois nem todos têm perfil para estudo a distância.

Qual seria a meta ou um número de afiliados ideal que vocês buscam?

Como nosso intuito não é arrecadação, e sim ajudar o setor, queremos que as escolas se filiem por perceber que precisamos nos fortalecer, trabalhar em equipe, sem manobras para extorquir as empresas. Dessa forma sabemos que para um primeiro ano temos potencial para facilmente 2000 filiados, crescendo a cada ano.

Gostaria de acrescentar alguma informação aos leitores e proprietários de escolas de idiomas? Não somos profissionais sindicais, e nem queremos ser. Somos empresários lutando para manter nossas empresas vivas, e isso, percebemos, passa por nos distanciar do sindicato que hoje deveria nos representar, pois não temos condições de realizar os pagamentos que eles nos impõem para trabalharmos em condições justas na relação empregador-empregado.

Precisamos ser ouvidos em nossas necessidades, dificuldades. Somos uma categoria que naturalmente sofre com as novas tendências do setor de ensino de idiomas, ficar nos defendendo de um sindicato que articula para nos prejudicar piora muito nossa situação. Somos grande e geramos milhares de empregos, precisamos de condições para que continue assim.

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