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Busão que levava bolsonaristas para Brasília quebra e organizadores de viagem são acusados de calote

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Uma viagem para Brasília no dia 19 de julho deste ano, saída da Capital, com apoiadores do presidente Bolsonaro que iriam participar da Marcha da Família Cristã acabou na maior confusão. A Onça, recebeu uma denúncia e será preservada a identidade da fonte, de que o grupo pagou R$ 250 reais para custeio da viagem e produção de camisetas personalizadas. No entanto, o ônibus nunca chegou no destino, ele quebrou no meio da viagem em Jataí, interior de Goiania.

“O ônibus saiu daqui no sábado às 15h da tarde, chegando de madrugada até a cidade de Jataí, interior de Goiânia o ônibus quebrou por volta de umas 2h, 2h30 da manhã. E cadê? Cadê as pessoas responsáveis? Então o povo ali dentro [do ônibus] na média de umas 35 pessoas não sabiam o que fazer. Muito menos o motorista. Pois então surgiu o Melqui Santana da marcha que tinha o telefone da secretária da Seriema. Ele teve que ligar na madrugada para a secretária para ela conseguir o telefone do Edgar [dono da Seriema]”, contou a fonte.

Na arte da divulgação do evento consta o número de telefone celular de Danilo Azambuja, que foi apontado como um dos organizadores, juntamente com o Rafael Tavares que chegou a divulgar o evento no seu perfil em uma rede social.

“Coube apenas ao Rafael Tavares, ao Melqui que são pré-candidatos a organização e os convites. Eu e o Rafael fizemos apenas a divulgação e escolhemos a empresa que seria responsável por recolher esse valor infelizmente o ônibus quebrou”, alegou Danilo que contou que os procedimentos legais estão sendo realizados para ter o dinheiro de volta: “Bom, eu já to processando o dono da empresa. Já iniciamos o processo com relação ao dono da empresa com quem fizemos a viagem. O caso de pagamento e toda a organização foi feita diretamente com a empresa. A Empresa Seriema do sr Edgar.”

O dono da empresa Seriema, Edgar Cardoso disse que foi uma viagem de cortesia por ser amigo de um dos apoiadores que iria no evento ele cedeu o ônibus. E confirmou que “foi expressamente sem contrato eu cedi um ônibus porque eu sou amigo de um participante” e retificou: “Eu recebi o dinheiro do rateio e entreguei na mão do motorista e falei para ele abastecer no primeiro posto que aparecesse”, explicou Edgar e disse que o posto de gasolina era de procedência duvidosa e por isso o ônibus não funcionou mais. E que logo que fosse esvaziado o tanque tudo se normalizaria, mas o grupo não entrou em acordo.

“Eles começaram a entrar em discussão eu falei: olha logo vai limpar esse tanque vocês seguem a vida ou vai pra frente ou volta. Eles decidiram que queriam voltar eu arrumei as vans eles pagaram e vieram embora. Eles pagaram o troco do rateio e vieram embora”, explicou Edgar acrescentando que o dinheiro usado para pagar as vans foi o do próprio rateio recolhido pelo grupo.

Perguntando se tinha ciência do processo aberto contra a empresa Seriema, Edgar disse que desconhecia e voltou a afirmar que foi uma viagem de cortesia e que não houve formalização de contrato. Que o dinheiro pago entre os participantes foi usado por eles próprios para o custeio do abastecimento do veículo.

Rafael Tavares negou ser o responsável pela organização do evento “vou repetir. Não organizei, não recebi dinheiro e APENAS AJUDEI a divulgar a viagem. Ajudar a divulgar, não é organizar. Não tem meu telefone, não tem contrato no meu nome, não tem nada. Apenas uma postagem minha ajudando a divulgar a viagem”, relatou Rafael e alegou que tem sido vítima de perseguição política e que a denúncia não passa de uma acusação sem fundamentos para macular a sua imagem.

Fonte: Aonça

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