Marun troca emprego dos sonhos por “salário simbólico” na Assembleia para lutar por ponte

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Marun vai assessor Paulo Corrêa: de ministro a assessor do legislativo (Foto: Arquivo)

O ex-ministro Carlos Marun (MDB) não vai ficar sem receber salário dos cofres públicos com a saída do Conselho de Administração da Itaipu. Antes mesmo de deixar o emprego dos sonhos, com salário de R$ 27 mil para participar de uma reunião a cada dois meses, o ex-deputado federal conseguiu ser nomeado para trabalhar como assessor na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul com “salário simbólico” de R$ 3.190,98.

Famoso por comandar a tropa de choque de defesa do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (MDB), e do ex-presidente da República, Michel Temer (MDB), Marun deve deixar o cargo na Itaipu com a troca de presidente da binacional. No entanto, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ainda não formalizou a saída do emedebista da estatal.

A nomeação de Marun para o cargo de assessor parlamentar do legislativo foi publicada na segunda-feira (3) pelo presidente da Assembleia, Paulo Corrêa (PSDB). O subsídio oficial será pouco mais de 10% do que o ex-ministro recebe como conselheiro de Itaipu. “Quanto ao salário será simbólico”, definiu o ex-deputado.

O plano do ex-ministro ainda inclui o programa “Pesca e Amizade”, que começou a ser exibido no Yotube desde o mês passado. Conforme relato ao Campo Grande News, ele vai celebrar a vida na companhia dos amigos e pescando nos mais diferentes rios. O programa piloto foi na região do Passo do Lontra. Entre os convidados estava o ex-deputado estadual Antônio Carlos Arroyo (MDB).

De acordo com o ex-ministro, ele vai trabalhar como assessor de Paulo Corrêa para lutar pela manutenção do projeto de construção da ponte sobre o Rio Paraguai, entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta. No mês passado, o presidente do Paraguai, Mario Abdo, do Partido Colorado, anunciou a suspensão da licitação da obra para destinar os recursos previstos para combater a pandemia da covid-19.

“Considerando o momento delicado que vive a implantação da nossa ponte Bioceânica, com o adiamento pelo Governo Paraguaio da abertura das propostas apresentadas no Processo Licitatório de sua construção, e o meu afastamento do Conselho de Itaipú, entendeu-se que   é necessária a continuação da minha participação institucional no Processo, até buscando o cumprimento do que foi acordado”, explicou Marun.

O ex-ministro Carlos Marun (MDB) não vai ficar sem receber salário dos cofres públicos com a saída do Conselho de Administração da Itaipu. Antes mesmo de deixar o emprego dos sonhos, com salário de R$ 27 mil para participar de uma reunião a cada dois meses, o ex-deputado federal conseguiu ser nomeado para trabalhar como assessor na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul com “salário simbólico” de R$ 3.190,98.

Famoso por comandar a tropa de choque de defesa do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (MDB), e do ex-presidente da República, Michel Temer (MDB), Marun deve deixar o cargo na Itaipu com a troca de presidente da binacional. No entanto, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ainda não formalizou a saída do emedebista da estatal.

A nomeação de Marun para o cargo de assessor parlamentar do legislativo foi publicada na segunda-feira (3) pelo presidente da Assembleia, Paulo Corrêa (PSDB). O subsídio oficial será pouco mais de 10% do que o ex-ministro recebe como conselheiro de Itaipu. “Quanto ao salário será simbólico”, definiu o ex-deputado.

O plano do ex-ministro ainda inclui o programa “Pesca e Amizade”, que começou a ser exibido no Yotube desde o mês passado. Conforme relato ao Campo Grande News, ele vai celebrar a vida na companhia dos amigos e pescando nos mais diferentes rios. O programa piloto foi na região do Passo do Lontra. Entre os convidados estava o ex-deputado estadual Antônio Carlos Arroyo (MDB).

De acordo com o ex-ministro, ele vai trabalhar como assessor de Paulo Corrêa para lutar pela manutenção do projeto de construção da ponte sobre o Rio Paraguai, entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta. No mês passado, o presidente do Paraguai, Mario Abdo, do Partido Colorado, anunciou a suspensão da licitação da obra para destinar os recursos previstos para combater a pandemia da covid-19.

“Considerando o momento delicado que vive a implantação da nossa ponte Bioceânica, com o adiamento pelo Governo Paraguaio da abertura das propostas apresentadas no Processo Licitatório de sua construção, e o meu afastamento do Conselho de Itaipú, entendeu-se que   é necessária a continuação da minha participação institucional no Processo, até buscando o cumprimento do que foi acordado”, explicou Marun.

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“Em função disto o Presidente Paulo Correa me convidou para prestar uma Assessoria a Assembleia Legislativa visando o acompanhamento e a contribuição do nosso Legislativo com a implantação deste importante projeto. Informo que assumirei está função assim que for substituído no Conselho da Binacional”, contou.

Marun garantiu que a sua felicidade não está no fato de continuar recebendo salário dos cofres públicos. “Por fim, expresso minha felicidade por poder continuar contribuindo com o desenvolvimento de MS, desta vez lutando pela concretização deste que vejo como o mais importante projeto estratégico em desenvolvimento no Estado e que ajudei tanto a se iniciar”, afirmou, sobre a obra de mais de R$ 250 milhões.

Marun começou a carreira política como vereador de Campo Grande. Ele foi deputado estadual e deputado federal antes de ser nomeado ministro-chefe da Secretaria de Governo de Michel Temer.

Fonte: https://ojacare.com.br/

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