Prefeito aposta que Campo Grande voltará à vida normal em 15 ou 20 dias

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Prefeito aposta que Campo Grande voltará à vida normal em 15 ou 20 dias

Marquinhos Trad durante entrevista ao programa Cidade Alerta MS (Foto: Valdelice Bonifácio)

O prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad (PSD) afirma que a curva do contágio do novo coronavírus está estabilizada na Capital neste momento. Ele aposta que o achatamento está prestes a começar e que dentro de 15 a 20 dias a cidade poderá voltar à vida normal.

“Agora, a curva está estabilizada e vai achatar. (…) estamos trazendo ela para baixo. Daqui a 15, 20 dias, a cidade vai ter vida normal (…) Poderemos ter academias funcionando com mais de 50% da capacidade (…) e até ir liberando aos poucos o uso de máscaras”, mencionou durante entrevista ao programa Cidade Alerta MS, da TV MS Record, na noite desta quarta-feira, 12 de Agosto.

Contudo, alertou que a concretização de tal possibilidade depende do comportamento da população que precisa colaborar acatando as medidas de distanciamento social e as restrições impostas em decretos do Município.

Ele comentou ainda sobre a proibição de consumo de bebidas alcóolicas em locais públicos que começou a vigorar nesta quarta-feira com validade até domingo, 16. O prefeito esclareceu que a venda continua liberada normalmente, mas o consumo em estabelecimentos comerciais fica vedado.

Marquinhos também apelou para que os condutores não se arrisquem na direção após consumirem bebidas em seus lares. “Se beber em casa, não dirija. Estamos dobrando número de blitzes”, afirmou, reiterando que as blitzes não tem como objetivo verificar pagamento de IPVA ou licenciamento, mas sim o exame do bafômetro e checagem da CNH.

Conforme o prefeito, levantamentos apontam que a maioria dos acidentes de trânsito acontecem nos períodos da manhã e tarde. Contudo, os acidentes com maior agressividade acontecem no período da noite, após às 21h.

“De cada 100 acidentes, 80 são de manhã e à tarde, e não têm vítimas ou mortes. Já os outros 20 ocorrem após às 21h e têm vítimas. São mais agressivos por conta do excesso de velocidade, embriaguez, ou por furar o sinal de trânsito”, detalhou.

Marquinhos reiterou ainda que a possibilidade de lockdown (fechamento total) continua descartada em vista da possibilidade de achatamento da curva de contágio e também da disponibilidade dos leitos de UTI. “Hoje temos 305 leitos na cidade; 242 ocupados. A taxa de ocupação é de 80%, mas há 10 dias ela era de 88%. Ou seja, tínhamos 40 leitos sobrando hoje são 60 (…) Contudo, os números não servem de relaxamento, todos temos que colaborar”, enfatizou.

› FONTE: 24 Horas No Ar (24horasnoar.com.br)

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