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💔 “Preta Gil: a luta que não teve fim”

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Enquanto o sol desta segunda-feira ilumina nossas horas, o coração do Brasil ainda chora. Preta Maria Gadelha Gil Moreira, a mulher de garra que encantou multidões com sua voz autêntica e coragem, nos deixou em 20 de julho de 2025, aos 50 anos, em Nova York, onde buscava esperança em um tratamento experimental contra um câncer que se espalhou pelo intestino .

Apesar da força que demonstrou desde o diagnóstico em 2023 — que incluiu cirurgia, radioterapia e quimioterapia —, o câncer recidivou em 2024, levando-a para solo estrangeiro em busca de uma última chance em maio deste ano . Em sua última jornada, enfrentou complicações ao embarcar de volta para casa e acabou falecendo antes de seu regresso ao Brasil .

Filha do lendário Gilberto Gil, ela era mais que uma artista — era um símbolo de autoestima, diversidade e representatividade. Sempre radiante, preencheu palcos, carnavais e o ativismo LGBT com sua energia única. Seu legado artístico em música, TV e na agência Mynd foi conquistado a base de talento, suor e fé .

A família, enlutada, anunciou que aguarda os trâmites para repatriar seu corpo ao Brasil e deve divulgar em breve detalhes das homenagens .

🎙️ Pitaco do Grito MS

Preta foi a força em forma de mulher: vivia, lutava e inspirava. Mesmo diante de um destino injusto e um câncer implacável que a roubou dos nossos palcos e da sua própria celebração de vida — faltavam poucas semanas para seus 51 anos, em 8 de agosto —, ela não se abateu. A partida precoce de Preta deixa um vazio imensurável nas artes, na luta contra tabus e no coração de quem a amava. Mas sua risada, suas canções vibrantes e seu legado seguem vivos — porque quem luta assim nunca se cala completamente.

Sol santandher/Cesar Ferreira ✅

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