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Campo Grande está entre as dez capitais com melhor qualidade de vida do Brasil
Campo Grande está entre as dez capitais brasileiras com melhor qualidade de vida, de acordo com o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), divulgado nessa quinta-feira (8). A capital sul-mato-grossense ocupa a 4ª colocação no ranking nacional, com nota 0,8101, considerada alta segundo a metodologia do estudo. O resultado, baseado em dados de 2023, reflete os avanços promovidos pela gestão da prefeita Adriane Lopes em áreas como emprego, saúde, educação e desenvolvimento econômico.
O levantamento é elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e avalia o desempenho dos municípios a partir de indicadores como emprego, renda, saúde, educação e Produto Interno Bruto (PIB). Campo Grande subiu no ranking em comparação ao ano-base de 2022, quando registrou nota 0,7886.
Campo Grande, com seu desempenho atual, é uma das poucas capitais a atingir a faixa de desenvolvimento alto. Pela metodologia, a classificação se divide entre desenvolvimento crítico (0 a 0,4), desenvolvimento baixo (0,4 a 0,6), desenvolvimento moderado (0,6 a 0,8) e desenvolvimento alto (0,8 a 1).
A Prefeitura de Campo Grande tem investido em políticas públicas voltadas ao desenvolvimento econômico sustentável, com foco na geração de emprego e renda. Como resultado, o indicador de emprego e renda subiu de 0,9478 (em 2022) para 0,9555 no último levantamento.

Na educação, uma das prioridades da gestão municipal, foram implementadas ações como o aumento de vagas na Rede Municipal de Ensino (Reme), reformas em todas as unidades escolares, retomada de obras paradas há mais de 10 anos e a instalação de aparelhos de ar-condicionado. Esses avanços vão contribuir para uma melhoria ainda maior nos próximos indicadores. A Capital passou de 0,7048 (2022) para 0,7248 (2023) — ainda classificado como desenvolvimento moderado, mas em trajetória de crescimento.
Na área da saúde, o índice também apresentou avanço, subindo de 0,7133 para 0,7501, refletindo os investimentos feitos no setor.
Para a prefeita Adriane Lopes, a posição de destaque no ranking é resultado de uma administração que tem trabalhado com planejamento, responsabilidade e foco em resultados. “Este reconhecimento reforça que estamos no caminho certo, com políticas públicas que melhoram a vida das pessoas. Seguimos fazendo o que precisa ser feito e fazendo o certo investindo em áreas essenciais para garantir oportunidades, qualidade nos serviços e desenvolvimento sustentável para Campo Grande”, afirmou.

Confira o quadro de capitais:
Curitiba (PR) – 0,8855
São Paulo (SP) – 0,8271
Vitória (ES) – 0,8200
Campo Grande (MS) – 0,8101
Belo Horizonte (MG) – 0,8063
Rio de Janeiro (RJ) – 0,7933
Cuiabá (MT) – 0,7922
Palmas (TO) – 0,7889
Goiânia (GO) – 0,7865
Florianópolis (SC) – 0,7733 Florianópolis (SC) – 0,7733
Apesar dos avanços em algumas cidades, como Campo Grande, o estudo mostra que 47,3% dos municípios brasileiros ainda apresentam desempenho socioeconômico baixo ou crítico. Entre eles, 2.625 estão na categoria de desenvolvimento baixo e 249 em situação crítica. Já os municípios classificados como desenvolvimento moderado representam 48,1% (2.669), enquanto apenas 4,6% (256 municípios) atingiram o nível de desenvolvimento alto, grupo no qual está inserida a capital sul-mato-grossense.
#ParaTodosVerem A imagem de capa mostra Campo Grande em imagem aérea.


