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Brasil

Bolsonaro não cometeu crime de prevaricação em negociação da Covaxin, conclui PF

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A Polícia Federal conclui que não foi identificado crime de prevaricação do presidente Jair Bolsonaro no caso da negociação da vacina Coxavin.

O crime de prevaricação é quando um funcionário público tem conhecimento de irregularidades e não comunica a autoridades, no caso à Polícia Federal ou o Ministério Público, por exemplo. Segundo a corporação, a comunicação de crimes a órgãos de controle não figura como atribuição do presidente da República.

O relatório final da PF foi encaminhado, nesta segunda-feira (31), ao Supremo Tribunal Federal.

Além disso, a polícia informa que também entendeu não ser necessário ouvir Bolsonaro no inquérito.

As investigações têm como base os depoimentos dados à CPI da Covid pelo funcionário do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda e pelo irmão dele, o deputado federal Luis Miranda.

A vacina Covaxin teve o maior preço a ser negociado com o governo, custando R$ 80,70 a dose. A rapidez para fechar contrato, que só foi cancelado em Agosto de 2021, também chamou atenção das autoridades.

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