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COREIA DO NORTE: DITADOR OBESO, POVO FAMÉLICO E CRIANÇAS DEVORADAS POR CÃES.

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Não existe força mais poderosa do que o soft power, o poder da cultura em suas muitas manifestações, inclusive as mais populares. É por isso que, entre tantas maluquices indecifráveis, os norte-coreanos estão preocupados com a popularidade do K-POP e das séries da Netflix produzidas na democrática Coreia do Sul, como ROUND-6 a série mais assistida em 2021.
O sucesso da produção cultural do co-irmão capitalista (Coreia do Sul) expõe ainda mais as mazelas da pobre e escura, ditadura da Coreia do Norte.
Outro fato: com a aparente perda de peso do líder Kim Jong-un, disse um residente não identificado de Pyongyang, capital da Coreia do Norte, citado pela mídia estatal do país após assistir a um recente vídeo de Kim, em um concerto musical.
O raro comentário público sobre a saúde de Kim veio depois que analistas estrangeiros notaram, no início de junho, que o líder parece ter perdido uma quantidade considerável de peso. Durante a ano de 2021 várias agências de inteligência apontaram que o obeso ditador teve um problema sério de saúde – provavelmente Covid19 ou um AVC ou ambos combinados – o fato é que após meses desaparecido, Kim Jong-um apareceu cerca de 20 kilos mais magro.

CÃES E INFANTICÍDIO .
Numa conferência organizada por defensores dos Direitos Humanos ante uma Comissão de Investigação das Nações Unidas, em Genebra, ouviu mais um testemunho dos horrores vividos pelos norte-coreanos, dessa vez de um guarda dos campos de prisioneiros de Pyongyang.
“Havia três cães e eles mataram cinco crianças”, testemunhou Ahn Myong-Chol, em um dos muitos testemunhos que ajudará o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas a analisar em março um relatório sobre as violações cometidas por Pyongyang.
“Ao escapar de seus mestres, os cães se lançaram sobre as crianças que voltavam da escola do campo. Eles mataram imediatamente três, as duas outras respiravam com dificuldades e foram enterradas ainda vivas pelos guardas”, declarou ainda, através de um intérprete.
No dia seguinte, ao invés de liquidarem os cães, os guardas “recompensaram os animais com uma comida especial”, acrescentou Ahn, com uma expressão de nojo.
Ahn Myong, refugiado na Coreia do Sul e guarda de campos de prisioneiros durante oito anos, é uma das testemunhas ouvidas pela Comissão de investigação da ONU que denunciou na semana passada os ‘crimes contra a Humanidade’ cometidos pelo regime e apelou a comunidade internacional a agir.

Eduardo Negrão é jornalista e escritor especializado em inteligência militar – @prof.eduardonegrao.

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