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Mpox: o que a população precisa saber sem pânico

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A doença conhecida como Mpox voltou a aparecer em algumas regiões do Brasil, mas especialistas reforçam: não há motivo para desespero, e sim para informação e prevenção.

Segundo dados recentes do Ministério da Saúde, o Brasil registrou cerca de 88 casos confirmados em 2026, com maior concentração no estado de São Paulo. A maioria dos casos apresenta sintomas leves ou moderados, e não há registros de mortes neste ano.

A doença vem sendo monitorada pelas autoridades de saúde, e o Sistema Único de Saúde está preparado para identificar e tratar os casos.

O que é a Mpox?

A Mpox é uma doença causada por vírus e transmitida principalmente por contato próximo com pessoas infectadas, como:

  • Contato direto com feridas ou bolhas na pele
  • Contato com secreções ou fluidos corporais
  • Beijos ou contato íntimo
  • Compartilhamento de objetos contaminados

A transmissão ocorre geralmente por proximidade física, não sendo uma doença que se espalha facilmente à distância.

Principais sintomas

Os sintomas costumam aparecer entre 3 e 21 dias após o contato com o vírus.

Os sinais mais comuns são:

  • Febre
  • Dor de cabeça
  • Cansaço
  • Dores no corpo
  • Ínguas (caroços no pescoço ou virilha)
  • Feridas ou bolhas na pele

As lesões podem aparecer:

  • No rosto
  • Nas mãos
  • Nos pés
  • Na região íntima

Como se proteger

A prevenção é simples e eficaz:

✔️ Evitar contato direto com feridas ou lesões
✔️ Lavar bem as mãos com frequência
✔️ Não compartilhar objetos pessoais
✔️ Evitar contato íntimo com pessoas com sintomas
✔️ Procurar atendimento médico se aparecerem lesões suspeitas

O que fazer em caso de suspeita?

Se surgirem sintomas, o recomendado é:

  • Procurar uma unidade de saúde
  • Evitar contato físico com outras pessoas
  • Não manipular as feridas
  • Seguir orientação médica

O diagnóstico precoce ajuda a evitar a transmissão.

Informação sem alarmismo

Especialistas reforçam que a Mpox não é uma nova pandemia, e os casos no Brasil são considerados isolados e monitorados.

A orientação é manter a calma e ficar atento às informações oficiais.

Alerta consciente

A melhor proteção é a informação.

Cuidar da saúde é responsabilidade de todos. Com prevenção e atenção aos sintomas, é possível evitar a disseminação da doença.

Sol Santandher /César Ferreira ✅

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