Secretário descarta seguir protocolos do Ministério da Saúde para casos iniciais de coronavírus em MS

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on pinterest
Pinterest
Share on pocket
Pocket
Share on whatsapp
WhatsApp

Uso de medicamentos como cloroquina e ivermectina em pacientes com sintomas brandos carece de evidências científicas, diz Geraldo Resende

Protocolos adotados pelo Ministério da Saúde para o tratamento do novo coronavírus –que incluem o uso da ivermectina e da cloroquina (ou hidroxicloroquina) associada ao antibiótico azitromicina– em casos iniciais não serão adotados em Mato Grosso do Sul. A afirmação partiu do secretário de Estado de Saúde, Geraldo Resende, ao destacar que faltam evidências científicas sobre a efetividade dos medicamentos para o uso contra a Covid-19.

“Dos medicamentos que estão à disposição da população, encaminhados pelo Ministério da Saúde, nós não vamos fazer protocolo nenhum no Estado, mesmo porque não há evidências cientificas [sobre a efetividade do uso]”, afirmou Geraldo, durante live neste sábado (4) que atualizou para quase 10 mil o total de casos de Covid-19 no Estado, com 114 óbitos. “O Governo do Estado vai se guiar pela ciência”, prosseguiu.

Apesar disso, o secretário informou que os remédios estão à disposição de quem desejar os utilizar, mediante prescrição médica. “E aqueles outros [medicamentos] que falam vez por outra, que uma ou outra pessoa entende que pode ser a ‘pílula milagrosa’ no combate à Covid, o médico vai prescrever se entender ser importante. Fica à responsabilidade do médico assistente”, prosseguiu.

Geraldo Resende salientou que não existe hoje nenhum remédio que seja indicado para combater o coronavírus –apesar de várias pesquisas indicarem diferentes substâncias, nenhuma delas foi finalizada, tendo comprovação cientifica.

“O único medicamento para a Covid é o isolamento social, que vai retardar o avanço da doença. Há uma politização muito grande da doença no país, até sobre como enfrenta-la, mas queremos ficar longe desse processo porque construímos unidade entre Governo do Estado e municípios”, afirmou, torcendo para que iniciativa semelhante seja costurada pelo Governo Federal.

Medicamento mais recente adotado como protocolo, a ivermectina já está em falta em farmácias de Campo Grande. Ela foi associada à cloroquina e outros fármacos por médicos em cidades como Belém (PA) e Porto Feliz (SP), que sustentaram haver resultados positivos na sua administração em pacientes.

Por outro lado, embora tenha respaldo de entidades médicas, o uso da cloroquina vem sendo desestimulado pelo mundo pela falta de comprovações de sua eficácia, apesar de entidades brasileiras como o Conselho Regional de Medicina de Campo Grande garantir que há autonomia para os médicos que desejarem a administrar.

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on linkedin
LinkedIn
Share on pinterest
Pinterest
Share on pocket
Pocket
Share on whatsapp
WhatsApp

2 respostas

  1. Acho uma falta de consciência pra não dizer outras aberrações, uma pessoa que tem um cargo de alta responsabilidade com a saúde pública, achar que não deve seguir um protocolo do ministério da saúde do seu país. Depois acham ruim qdo dizem que o grande marco do Brasil é a corrupção e o tratamento da Covid-19 é Político. Pasmem!!!

  2. Vcs qrem q a gente morra….esquerdopatas !!! o negocio de vcs e DINHEIRO…. entao o prefeito de porto feliz esta errado ??? Vcs nao enganam mais ninguem
    ..

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais Recentes no Site

Prefeitura de Campo Grande