‘Figueira’ centenária da Praça do Rádio será removida após necrose e infestação de cupins

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Espécie, na verdade uma falsa-seringueira, passou por avaliação fitossanitária que demonstrou péssimo estado de conservação e risco de queda

A “Figueira” da Praça do Rádio Clube, no Centro de Campo Grande, será removida do local diante dos diversos problemas de saúde na árvore. A informação partiu da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana), que nos últimos dias havia iniciado um trabalho de poda, a princípio, focado na preservação da espécie.

A árvore tratada como figueira, na verdade, é uma falsa-seringueira (Ficus elastica) com aproximadamente 25 metros de altura e uma velha companheira de quem passa pela Praça do Rádio, principalmente na quadra limitada pela Avenida Afonso Pena, próximo aos pontos de ônibus.

De acordo com a Semadur, em julho deste ano foi realizada vistoria técnica nas árvores da praça. O auditor fiscal de Meio Ambiente da pasta apontou, em avaliação e anotação de dados dendrométricos (que incluem volume e partes das árvores).

O diagnóstico foi o pior possível, apontando o péssimo estado fitossanitário, falta de vitalidade, risco de queda de partes, necrose no fuste (a parte principal do tronco da árvore, entre o solo e as primeiras ramificações) e ramos e infestação de cupins e fungos, principalmente nos ramos mais altos e espessos.

“Portanto, considerando o estado fitossanitário, o risco de queda de parte(s) desta árvore e consequentes danos à integridade física de pessoas que circulam no local, além de possível acidente em decorrência da queda de galhos que possam atingir a rede elétrica, a referida árvore se enquadra no Artigo 22 da Lei Complementar n. 184 sendo recomendada a remoção”, informou a Semadur que, seguindo o laudo de vistoria, iniciou a remoção.

Na terça-feira (8), reportagem do Jornal Midiamax esteve no local, após contatos de leitores questionando as razões de a árvore passar por poda radical desde o fim de agosto. A princípio, esperava-se que o serviço ajudasse a “figueira” a brotar de forma mais sadia, evitando as quedas de galhos em períodos de vento e chuva.

Fonte: Mídiamax

Foto: Ranziel Oliveira

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